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Vinícius Fendrich

vinicius.fendrichgmail.com

Vinícius Fendrich

Psicólogo

Educador


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Leveza

Segunda, 18 de julho de 2011

Passamos grande parte do tempo gastando energia voltada às preocupações. Não é para menos. Num contexto tão incrementado com notícias ruins e negativas, o temor ao amanhã se mostra sempre mais encorpado.

É uma pena, mas o mundo passa por momentos de incertezas em meio a certezas. Destruições em meio a construções. Atos desumanos em meio a manifestações de afeto.

E o motivo? Os tempos outros, como se diz, conduzem as pessoas ao egocentrismo, ao egoísmo absoluto. O próprio interagir só com tecnologias já faz com que a frieza da máquina se assemelhe à frieza do ser.

Se posso tudo, ou quase tudo, simplesmente olhando para um monitor e teclando, fica fácil entender que não preciso então vivenciar emoções ou demonstrar sentimentos.

Vejamos, se isso não vale à pena, não seria interessante e saudável a busca de leveza interior? O preocupar-se menos. Antecipar sofrimentos, menos. Acumular coisas e conflitos, menos. Empenhar-se na contabilidade de mágoas, ressentimentos, vinganças, menos.

Gostar mais, entusiasmar-se mais, amar mais. Ser feliz, de bem consigo mesmo, alegrar-se com o pouco e o muito.

Rir de tudo. Inclusive de si. Rir exageradamente. Rir dos acertos. Dos erros. Do passado. Do futuro. Do presente. Rir porque sabemos que a existência é uma encenação. É bem melhor quando comédia, do que tragédia.

Se a passagem por aqui é curta e nos surpreende para cá e para lá, façamos o mesmo. Que as surpresas nos permitam conseguir meios de contornar obstáculos e novamente achar tudo uma festa, no sentido de agradável clima.

Caro leitor, de discursos deprimentes estamos fartos. Só o panorama político, por exemplo, é algo que nos levaria ao suicídio. Se não o fazemos é por acreditar que muitos deles ainda venham a ser, quem sabe um dia, enquadrados na pena de morte.

Deixemos para lá. Que possamos rir inclusive desses, pois palhaços mais engraçados não existem. Existem sim, como nós, os mais ingênuos.

No entanto, a vida, por si, já é um presente. O dom supremo. É só olharmos para o lado brilhante dela e que o obscuro fique em lugar pouco importante, nas sombras.

Lembremos, viver é fazer com que os dias tenham a cara e a cor que nós damos a eles. 



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Esther Vieira


Olá ViniciusTeu artigo me tocou. Espcialmente a última frase: "viver é fazer con que os dias tenham a cara e a cor que damos a eles."ObrigadaEsther

Responder      22/07/2011

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