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Artistas e esportistas mirins: quais os limites do trabalho infantil?

Segunda, 15 de agosto de 2016

 

 

Nos próximos dias 18 e 19 de agosto, em Porto Alegre, haverá um grande seminário, promovido pelo programa Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo suporte à Educação -  ARISEque levantará as principais questões em torno do trabalho infantil no Brasil e apresentará soluções no combate a este problema, que ainda atinge mais de 3 milhões de crianças. Apesar de ser realizado no Rio Grande do Sul, o evento terá o alcance nacional, com transmissão ao vivo, e falará sobre os números de todo país. Uma das palestras mais aguardadas do evento será a de Sandra Cavalcante, pesquisadora e autora de livros sobre o tema, que apresentará dados sobre o deslumbramento e a ilegalidade do trabalho de crianças com menos de 17 anos no campo esportivo e artístico, com destaque para os youtubers mirins.

 Apesar do trabalho infantil ser proibido pela lei, crianças com menos de 17 anos podem realizar serviços artísticos e esportivos caso os pais autorizem. Mas a principal problemática que envolve essas crianças que começam a realizar atividades profissionais desde cedo - como atletas que temos visto nesses últimos dias disputando os jogos olímpicos em esportes que exigem essa dedicação desde os seis anos - são os prejuízos para a educação e saúde, além dos problemas psicológicos que isso pode acarretar.

"Bem dosado, este trabalho infantil pode até ser positivo e não devemos privar uma criança quando ela tem uma grande vocação ou desejo em realizar algo com prazer na área artística ou esportiva, mas não podemos nos esquecer dos cuidados necessários pois vemos muitos casos em que elas ficaram traumatizadas pela experiência precoce", comenta a especialista.

 Qual o limite? Qual a capacidade de pais e filhos em dizer "não" ao dinheiro rápido e ao glamour desse "sucesso" dos pequenos? E qual o papel da família e da escola? Podemos indicar ainda, por meio da pesquisadora, diversos casos de pais e filhos que já conviveram com este problema ou alegria, dependendo de como a questão foi vista pela criança. Nossa sugestão é colocá-los em contato com a palestrante, que poderá passar um panorama deste assunto e adiantar um pouco do que será apresentado.



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