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Polícia prende segundo suspeito de triplo homicídio em Palhoça


 

Prisão foi realizada na manhã desta quinta-feira (19) em Navegantes.
Suspeito confessou à polícia que ocultou os três corpos.

 
Corpos foram encontrados na Guarda do Embaú (Foto: Naim Campos/RBS TV)
Corpos foram encontrados na Guarda do Embaú
(Foto: Naim Campos/RBS TV)

Policiais do Departamento de Investigação Criminal (DIC), de Palhoça, prenderam, na manhã desta quinta-feira (19), um homem suspeito de estar envolvido no triplo homicídio na cidade da Grande Florianópolis. O crime ocorreu em 29 de maio entre a Praia da Pinheira e a Guarda do Embaú.

De acordo com o delegado Attílio Guaspari Filho, Natanael Valdenir Leal, de 22 anos, estava em Navegantes, no Vale do Itajaí, e confessou que ocultou o corpos de Júlio Cesar Thibes, de 25 anos, Gabriel de Oliveira, de 15, e Augusto Moreira Chagas, de 22 anos. "Em depoimento, ele relatou que foi ameaçado de morte caso não enterrasse os corpos", explicou o Attílio.

Após o crime, Natananel teria saído de Palhoça, onde morava, por estar sofrendo ameaças dos parentes das vítimas. "Agora saiu o mandado de prisão preventiva dele e efetuamos a prisão", complementou. Segundo o delegado, o preso está na sede da DIC, mas deve ser transferido ainda nesta quinta (19) para outro local que não foi informado por medidas de segurança.

O principal suspeito de matar as três vítimas na cidade da Grande Florianópolis se apresentou à polícia há um mês, no dia 19 de agosto. Wilson Macário Alves, o Dedé, de 28 anos, estava escondido na cidade de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul. A Justiça decretou a prisão temporária dele no dia 18 de junho.

Inicialmente, a família afirmou à polícia que as três vítimas teriam saído para a compra de um terreno. Porém, a Polícia Civil concluiu em seguida que a saída era para compra de armas: duas pistolas glock e uma espingarda calibre 12.

Conforme a polícia, as vítimas eram cunhado, filho e amigo do líder do tráfico de drogas do Morro do Horácio e suspeito de ser um dos líderes de uma facção criminosa, Rodrigo de Oliveira, apelidado de 'Rodrigo da Pedra'. Atualmente, ele cumpre pena em uma penitenciária federal.



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