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Flávio Schuhmacher: “É um jogo de xadrez”

Segunda, 11 de junho de 2012

Flávio Ervino Schuhmacher, 41 anos, nascido em São Bento do Sul, vice-prefeito (embora tenha deixado o governo), preside o PSD – Partido Social Democrático. Com formação em Engenharia Agrônoma e mestrado em Química pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Flávio é também empresário do ramo de Comércio Exterior. Nesta entrevista, ele fala a respeito das ações do partido, conta que pode até vir a ser candidato a vice do PP (desde que Magno Bollmann não seja o candidato a prefeito) e fala da sua saída do governo municipal e da atuação como “elo de ligação” com o governo estadual, entre outros detalhes.

  

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“Dentro do PP tenho um grande número de amigos e uma consideração enorme pelo partido, até porque é um partido que trouxe muitos benefícios à nossa comunidade, mas eu tenho uma divergência direta com o prefeito Magno (Bollmann), por uma questão de gestão. Eu não vejo uma gestão eficiente” (Foto Elvis Lozeiko/Evolução)
 

EVOLUÇÃO – Recebemos na Redação do Evolução o vice-prefeito Flávio Schuhmacher, também presidente do PSD – o Partido Social Democrático de São Bento do Sul, uma novidade no pleito eleitoral deste ano. Trata-se de mais uma sigla que passa a compor as disputas. Como está o momento do partido nessa ocasião em que vivemos um clima pré-eleitoral, Flávio?

FLÁVIO SCHUHMACHER – É um momento de bastante ansiedade. Há uma série de variáveis que estão para acontecer. Realmente se trata de um novo partido, recém-constituído. É uma estratégia política em nível nacional, com um propósito maior, que é buscar uma alternativa de mudança à polarização que existe no próprio nível federal. A política moderna prega que hoje não existe mais uma definição de conceitos políticos entre Direita e Esquerda. Em algumas situações, é até difícil diferenciar o PT e o PSDB, os partidos que polarizam a eleição federal há muito tempo. O PSD tem uma ideia de projeto novo, algo diferente. Em função disso, essa sigla foi criada. A pedido do governador (Raimundo Colombo), fui nomeado coordenador regional da sigla. A base dessa sigla vem do Democratas, um partido pelo qual tenho muito carinho e muito respeito. Porém, era um partido que estava tomando uma posição que acabou descontentando algumas lideranças. Víamos uma certa dificuldade para a sobrevivência desse partido, em função de um certo radicalismo. A política tem que ser feita com bom senso. Certamente, dentro das ações que tomou na Presidência da República, foram vários acertos e vários erros. Da mesma forma o PT. Então, não dá para criticar o governo, sendo ele de Direita ou de Esquerda, mesmo porque isso é um conceito político ultrapassado. O PSD nasceu muito forte no Estado de Santa Catarina, até por influência do próprio governador. Com o DEM, tínhamos sete deputados estaduais – hoje são nove. Tínhamos três deputados federais – hoje são quatro. A estratégia foi do próprio Colombo, para ter um acesso melhor ao governo federal, haja vista que recentemente foram anunciados inclusive grandes investimentos aqui, com a presença da presidente Dilma (Rousseff) no Estado. Assim, o governador busca uma linha de apoio a Santa Catarina, um Estado que gera muita riqueza ao país, mas que tem pouca contrapartida.

 

EVOLUÇÃO – São quase trezentos filiados em São Bento, certo?

FLÁVIO SCHUHMACHER – Tivemos praticamente quatro dias para buscar filiados. O que aconteceu? Buscamos basicamente grandes lideranças. Foram filiadas cerca de duzentas e vinte pessoas em um primeiro momento. Não quisemos criar nenhuma antipatia e nenhuma briga com outros partidos, mas buscamos algumas lideranças que vieram do Democratas e de outros partidos. Algumas pessoas que vieram compor o DEM – quando eu era presidente – acabaram trazendo com elas trinta ou quarenta outros filiados, mas, no fim, apenas elas, aquelas pessoas, vieram para o PSD, porque não tivemos tempo para articular. A questão não é apenas numérica. Claro: temos como objetivo chegar aos mil filiados, mas isso é uma segunda etapa. Primeiro buscamos lideranças e potenciais candidatos a vereador. Então, esse foi o ponto focado – temos médicos, dentistas, profissionais liberais, empresários, agricultores, pessoas do comércio. Há uma diversidade grande e temos a possibilidade de apresentar uma nominata bem competitiva à Câmara de Vereadores.

 

EVOLUÇÃO – O partido já tem um vereador!

FLÁVIO SCHUHMACHER – Na ocasião, por uma decisão estratégica do Democratas, os dois vereadores (Antonio Tomazini e Josias Terres) permaneceram na sigla. Mas compusemos com o PSB, com o vereador Marco (Viliczinski), até porque é importante ao partido ter voz no Legislativo. Agradecemos ao Marco pela confiança no partido. Para ele também foi importante, porque conseguimos dar um suporte em nível de governo de Estado. Foram contornadas diversas situações envolvendo os pleitos da comunidade de Serra Alta. Pudemos ajudar muita gente com isso.

 

EVOLUÇÃO – Tudo vai se definir oficialmente nas convenções, mas hoje, 5 de junho, qual é a posição do PSD em relação às eleições em São Bento?

FLÁVIO SCHUHMACHER – O PSD tem orientação inicial do próprio Executivo Estadual para apresentar um candidato a prefeito. Eu tenho levado ao conhecimento da Executiva a situação política específica de São Bento. Tenho bastante serenidade e tranquilidade para afirmar que passei por um processo político de muito desgaste. Existia uma expectativa e uma possibilidade de eu me tornar uma grande liderança política. Isso acabou, talvez, descontentando algumas pessoas, provocando um desgaste político. Sempre que possível, essas pessoas foram me prejudicando. A estrutura que eu tinha no Poder Executivo foi sendo cortada, inclusive. Houve, também, informações que não são verdadeiras circulando, houve intrigas paralelas, enfim, com o objetivo de causar um desgaste político à minha pessoa. Percebo que isso realmente aconteceu. Não existem pesquisas eleitorais que estejam registradas, mas existem algumas que são apontadas por partidos. Há dois anos, eu liderava qualquer pesquisa para prefeito; hoje, fico em quarto lugar. Isso é consequência de um desgaste político. Eu não me preocupo nem um pouco com isso. Tenho consciência limpa – fiz o melhor para o município e não podia concordar com o que não era propositivo para a cidade. Também foi uma maneira de preservar a própria saúde, porque você vive num fogo cruzado, numa tensão, com desgaste psicológico. Chega a ser de baixo nível, desumano, sujo. Mas isso faz parte do processo político. Não posso reclamar, porque quem está exposto está sujeito a isso. As pessoas lutam com as armas que têm – algumas acabam usando armas que não deviam, mas, enfim, faz parte do processo político. Em consequência disso, explico que, como candidato a prefeito, eu teria que brigar muito para reverter essa imagem e buscar um espaço. Em função da aproximação que existe entre o PP e o governador Raimundo Colombo, com essa sintonia entre o deputado Silvio (Dreveck), eles (da executiva estadual) até propuseram que eu me aproximasse e mantivesse uma coligação.

 

EVOLUÇÃO – E...?

FLÁVIO SCHUHMACHER – Eu expliquei minha situação. Disse que dentro do PP tenho um grande número de amigos e uma consideração enorme pelo partido, até porque é um partido que trouxe muitos benefícios à nossa comunidade, mas eu tenho uma divergência direta com o prefeito Magno (Bollmann), por uma questão de gestão. Eu não vejo uma gestão eficiente. Não vejo uma forma moderna de trabalhar. Qualquer atividade, da maior à menor importância, exige profissionalismo. Estamos carentes disso. Quando tive espaço e adotei uma estratégia de trabalho, acabei despertando a inveja de algumas pessoas, que provocaram essas intrigas todas. Mas isso são águas passadas! Quero olhar para frente e construir uma oportunidade melhor para São Bento. Eu expliquei que, com o Magno candidato, eu teria uma dificuldade muito grande para compor o palanque junto com ele. Se surgisse outro nome, aí eu estaria à disposição – eu poderia até ser vice, de repente. Com o Magno, porém, tive uma experiência negativa. Acho que algumas palavras não foram cumpridas e eu não iria me sujeitar a passar por isso de novo.

 

EVOLUÇÃO – Mas o Magno é candidato natural à reeleição. Diante disso, como fica a posição do PSD?

FLÁVIO SCHUHMACHER – Temos que buscar uma alternativa. Ou saímos com candidatura própria ou compomos com outro partido. Também tem o PMDB. Ontem (segunda-feira) estive durante duas horas com o Osmar Telma e com o (presidente do partido e pré-candidato à prefeitura) Fernando Tureck. Também tenho frequentado um grupo do Democratas. Essa é uma decisão que não posso tomar sozinho.

 

EVOLUÇÃO – Mas são poucos dias para tomar essa decisão!

FLÁVIO SCHUHMACHER – Basicamente é o seguinte: é um jogo de xadrez. A movimentação de uma peça por parte do adversário faz com que você mude a sua estratégia. Temos que aguardar o desenrolar dos fatos para tomar uma decisão correta. Hoje, realmente, existem vários caminhos que podem acontecer – são várias possibilidades. O PSD acalenta o sonho de ter um candidato, desde que consiga conquistar uma base de apoio forte. Mas, também, não descartamos a possibilidade de apoiar outro grupo.

 

EVOLUÇÃO – Qual foi o principal aprendizado com a sua saída do governo municipal? Até que ponto isso pode influenciar positiva ou negativamente nas eleições?

FLÁVIO SCHUHMACHER – O principal aprendizado é que você não pode confiar em determinadas pessoas. Talvez seja uma ingenuidade de quem não está envolvido na vida pública acabar confiando na palavra das pessoas. É muito decepcionante tratar alguma coisa e depois isso não é cumprido. Se por algum motivo externo, por exemplo, eu não pudesse cumprir algo, eu tentaria justificar, explicar, contornar, mas não simplesmente ignorar. Já expliquei várias vezes que não me afastei da minha função de vice. Inclusive no final do ano passado mais uma vez estive à frente do Executivo – e continuo à disposição. Tenho acompanhado vários projetos e tal, mas não participo mais do dia a dia. Era incrível! Às sete horas da manhã estávamos, o Magno e eu, discutindo muitas coisas da prefeitura. Éramos os primeiros a chegar. Chegou um ponto em que aquilo que você propôs não acontece – ou aquilo que você propôs primeiro dizem que é uma “bobagem” e três meses depois uma pessoa diz que teve a mesma ideia – mas ninguém lembra que a ideia foi sua. Quando eu conversei com o próprio governador, ele disse: “Você tem que ter uma função de interligação”. Às vezes as pessoas dizem hoje – com razão – que o elo de ligação entre São Bento e o Estado é o deputado Silvio. Mas, na ocasião, quando eu fui procurar esse caminho, o deputado Silvio não era da base do governo. Sempre tive um acesso muito forte com a estrutura do governo do Estado – e realmente foram viabilizados vários projetos estaduais aqui. Então, procurei exercer essa função. Viajo com alguma frequência a Florianópolis, inclusive. Vou tratar de assuntos do município, viajo com o meu carro e não pego diárias. Tenho uma estrutura totalmente independente, porque as pessoas que estavam comigo na prefeitura foram sendo prejudicadas de alguma forma, sendo afastadas. Dia desses alguém me perguntou: “Mas como que é com você lá na prefeitura?”. Às vezes as pessoas me criticam por eu não ter feito determinada ação. Por exemplo: às vezes um sujeito é criticado porque não está nadando, mas ninguém tomou o cuidado de observar que antes de o atirarem no mar cortaram os braços e as pernas dele. A função de prefeito exige muito – como pessoa, como cidadão, como político, como administrador. É importante a figura do vice, mas um vice que atue – e que tenha uma certa atribuição e uma certa responsabilidade sobre certas ações. Qual era a minha proposta? Eu gerenciar parte do Executivo, a meu encargo – mas não sendo um subordinado do prefeito. Se eu não concordo com o modelo de gestão dele, eu não posso ser subordinado dele. Gostaria de fazer como ocorre em algumas capitais, inclusive – o vice assume determinadas funções e é responsável por aquilo, até com orçamento. A agenda de um prefeito é enorme – é quase impossível ao Magno acompanhar a agenda administrativa, a agenda política, etc. Houve um momento até de maior projeção minha – algumas pessoas chegavam e falavam: “Vou falar com o Flávio, ele resolve”. Mas daí desencadeou toda essa sequência. Porém, digo: estou com a consciência muito tranquila, porque fiz o melhor para o município.

 

EVOLUÇÃO – Por que você “apanhou calado” diante de algumas críticas? Você achava conveniente, naquele momento, não expor a sua visão sobre o que realmente estava acontecendo?

FLÁVIO SCHUHMACHER – Acho um absurdo, por exemplo, a população ter que ficar julgando, porque alguém isso e outro diz aquilo. A população não merece isso. A população quer ver as coisas acontecendo. Tem várias situações que, se eu expuser, vão ficar bem claras à comunidade. As pessoas que me conhecem sabem exatamente o que aconteceu lá dentro. Outras, que procuram me criticar, acharam aquilo oportuno. Então, não adiantava eu querer justificar isso e aquilo. Foi uma vitrine que eu criei para levar pedrada. Eu não quis criar polêmicas. Eu tenho é que exercer minha função, buscando recursos no Estado. Sou do conselho do Badesc – o banco está financiando várias obras de pavimentação asfáltica. Hoje fala-se muito das câmeras de segurança, por exemplo. Isso não é mérito meu, também nem de A, B ou C. É mérito de um conjunto, mas a prefeitura faz questão excluir a minha participação em tudo, porque não admite... A minha participação também foi importante. Estive quatro vezes em Florianópolis tratando das câmeras. Ninguém além de mim esteve lá quatro vezes para tratar disso. Claro, teve articulação do Tomazini, do prefeito, da Polícia Militar... Mas daí olhamos na imprensa e está o prefeito agradecendo o deputado Silvio, que na época nem sabia de nada e nem estava na base do governo. Isso é tão pequeno!!! É tão vazio que acho que não compensa gastar energia com esse tipo de ação. Eu concentro meu foco em meus objetivos. Também tenho família, tenho vida profissional – em maio foi o recorde de faturamento da minha empresa. Hoje existem algumas demandas que eu poderia estar ajudando – há pendências e alguns da equipe de governo fazem questão de não me procurarem. Dou o exemplo prático da Unidade Prisional. Quero aqui lisonjear o trabalho do próprio Pedro (Skiba), como diretor do jornal. Foi ele quem iniciou uma mobilização e uma articulação da sociedade nesse sentido. O comportamento do prefeito é extremamente infantil – agora ele vai visitar uma Unidade Prisional Avançada em Joinville, sendo que ele desprezou a daqui. Eu falei várias vezes: “Aquele terreno não serve. Oferece outro”. Faz meses que estou falando isso. Falei ao prefeito e ao governador. Enquanto isso, o tempo passou. Talvez perdemos a oportunidade de ter a UPA. Talvez o prefeito não a queira, mas então diga – e não fique enrolando, fazendo a própria sociedade passar por um vexame desses. Esse tipo de atitude demonstra que às vezes algumas pessoas não priorizam a comunidade – priorizam, sim, a função que têm. Houve uma eleição – e a eleição é símbolo da democracia – em que foi eleito o Magno. Porém, até o próprio Pedro Skiba confidenciou que votou nele porque acreditava na parceria entre nós. Agora, outras pessoas que estão lá não passaram pelo processo eleitoral pelo qual eu passei – então, não poderiam ter mais força do que eu.

 

EVOLUÇÃO – Na época em que você deixou o governo, você chegou a procurar a Promotoria de Justiça para verificar o que realmente iria fazer com o seu salário?

FLÁVIO SCHUHMACHER – Sim. Eu falei com o doutor Ricardo (Viviane de Souza, ex-promotor de Justiça em São Bento). Fui me aconselhar com ele. Tenho compensado isso de outra forma. Tenho inúmeras despesas que paguei, inclusive a empresários que vieram para cá – paguei almoços, paguei jantares com vinhos, pago minhas viagens a Florianópolis, pago hotel, tudo do próprio bolso. Na ocasião fui conversar com o promotor, dizendo que de repente eu poderia ajudar alguém, alguma entidade. Ele disse: “Pode fazer, mas não publique. Se publicar, é uma campanha antecipada, pode parecer promoção”. Claro, cada caso é um caso – cada promotor pode agir de uma forma. Mas, de qualquer forma, tenho ajudado muito a diversas entidades. Estou ajudando agora a Associação de Parkinson a finalizar o processo para pleitear recursos. Como vice-prefeito, poderia ter ido com carro oficial, poderia ter pego diária, mas paguei tudo do meu bolso. Levantamos realmente essa questão do salário, mas tivemos essa orientação. Foi até proposto levar à Câmara de Vereadores um Projeto de Lei que desse a possibilidade de escolha em relação aos salários – sei de alguns prefeitos que abriram mão do salário. Porém, aqui o próprio pessoal da base do governo falou: “Não, porque é um absurdo, porque não-sei-o-quê”. Veja bem: se fosse essa a maior preocupação, o município poderia enxugar muito a máquina, reduzir muito o custo, dispensar muitas pessoas lá que não produzem nada.

 

EVOLUÇÃO – Esquecendo o lado político, como cidadão são-bentense o que você espera do pleito eleitoral que se aproxima?

FLÁVIO SCHUHMACHER – A eleição municipal envolve mais, deixa as pessoas mais ligadas, porque há uma participação mais direta. A minha expectativa é que haja uma eleição sem ataques. Eu não gosto de polemizar as coisas. Temos que pensar em propostas para o futuro. Que tenhamos realmente a condição de apresentar um projeto diferenciado. Existe um bipartidarismo em São Bento, entre o PP e o PMDB. Há, também, uma perseguição política. Esse foi um dos meus primeiros motivos de discórdia dentro da administração. Quando nos propusemos a ser candidatos, falamos que iríamos valorizar as pessoas boas, independente do partido. Não foi o que aconteceu. Algumas pessoas foram perseguidas porque eram da sigla anterior. Vemos ações que acontecem em São Bento que são mobilização de PP, de DEM, de PSD, de PMB, de PT... Ou seja, quando acaba a eleição devemos nos unir. Hoje o PT está no governo federal, com pouca perspectiva de sair, porque tem feito um bom trabalho. Assim, é importante ter uma base de acesso ao governo federal. Essa é a forma de trabalhar que eu vejo. Que possamos compor um grupo para o bem da nossa cidade, sem pensar em sequelas e mágoas. Gostaria que houvesse uma alternativa viável, além do bipartidarismo entre PP e PMDB. A última composição que houve foi quando o PT apresentou candidato (Tadeu do Nascimento) à prefeitura, inclusive com votação expressiva.

 

EVOLUÇÃO – Mais alguma consideração, Flávio?

FLÁVIO SCHUHMACHER – Quero agradecer a oportunidade. Também desejar que todos possam, de uma maneira bem serena e honesta, desenvolver um trabalho político para que possamos conquistar o pleito. Quero agradecer essa iniciativa do jornal Evolução, até para esclarecer à população os desejos de cada partido. A população de modo geral não acompanha muito a política – então esse é um espaço que o jornal abre para apresentar algo neste sentido. 



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