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Luciana Albino


Arquiteta & Urbanista

CREA/SC 105541-3


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Materiais de acabamento – pisos vinílicos

Terça, 29 de maio de 2012

A introdução do piso vinílico no mercado brasileiro data da construção de Brasília. O produto ainda era novidade na Europa e foi utilizado na maioria dos prédios públicos da nova capital. A princípio, a praticidade da manutenção e a facilidade de instalação pareciam ser as qualidades determinantes para a escolha deste piso. Mas há algum tempo, o uso dos pisos vinílicos tornou-se também uma questão de saúde e conforto, aumentando seu mercado.

Os pisos vinílicos são formados por um composto de policloreto de vinila (PVC) misturado a aditivos específicos que conferem maleabilidade e resistência. O meio de instalação mais comum consiste na aplicação do material com cola ou adesivos autocolantes. Sob o ponto de vista da sustentabilidade, o produto é 100% reciclável e os adesivos são à base de água. São três as formas de apresentações: em mantas, réguas ou placas. A escolha dependerá da necessidade do ambiente: as mantas são ideais para locais onde a limpeza é imprescindível, pois formam um conjunto monolítico que inclui o rodapé e, por não apresentar emendas, evita o acúmulo de poeira. Já as versões em réguas ou placas podem ser encontradas em diferentes medidas e formatos, e uma de suas principais vantagens é a facilidade de substituir partes danificadas sem afetar o restante do revestimento.

 O piso vinílico apresenta uma série de vantagens: alta durabilidade, conforto térmico (não é frio ao toque), conforto acústico (absorve o ruído das passadas), é antialérgico (evita o acúmulo de poeira), é macio ao toque e não propaga chamas. Além disso, possui uma gama muito grande de cores e padronagens, podendo imitar a textura de outros materiais, como madeira, ou ainda ser recortados em diversos formatos, permitindo uma personalização do ambiente em que é aplicado. A instalação é rápida e limpa, pode ser instalado sobre pisos pré-existentes e, em reformas, aumenta somente 6mm a altura do piso existente. Como desvantagens, podemos citar que não são indicados para ambientes externos, pois perdem a cor com a exposição ao sol e não resistem a chuvas e água constante. Objetos pontiagudos podem cortar o material, que também deve ser protegido de possíveis riscos utilizando protetores de feltro nos pés dos móveis.

 

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Apesar de sua instalação ser relativamente simples, alguns cuidados devem ser adotados para um perfeito acabamento: uma falha muito comum é o preparo inadequado da superfície ao qual o piso será instalado. O contrapiso deve estar completamente limpo, seco e impermeabilizado, pois a umidade pode fazer com que o produto empene – deve-se inclusive evitar a instalação em locais em que se sabe haver problemas com umidade. A base também deve estar livre de deformações, pois pela baixa espessura do material, estas podem ser evidenciadas. Uma camada de argamassa pode ser usada para regularizar o contrapiso, mas esta deve ser bastante resistente pois o piso, fixado por cola, pode puxá-la e se desprender devido à contração e dilatação térmicas. A manutenção é simples: apenas água e detergente neutro com um pano úmido. Importante ressaltar que materiais como thinner, querosene ou solventes podem danificar o material.



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